Pesquisas da Nasa indicam que a vida na Terra pode ter origem no ...montesclaros.com - há 11 horas Pesquisas da Nasa divulgadas pelo jornal britânico “Daily Mail” dizem que a vida na Terra pode ter sua origem no espaço. Os cientistas analisaram 12 meteoritos que se formaram há bilhões de anos. Os fragmentos de carbono que foram encontrados podem ... Nasa descobre, no espaço, substâncias que compõem DNAÚltimo Segundo - iG - há 20 horas Pesquisadores da agência espacial americana acharam provas de substâncias de DNA em meteoritos que foram criados no espaço. Os pesquisadores defendem a teoria de que um “kit” de partes prontas e criadas no espaço vieram parar na Terra por meio de ... Cientistas encontram elementos de DNA em meteoritosSRZD - há 13 horas Meteoritos ricos em carbono apresentam alguns elementos básicos de DNA, de acordo com uma nova pesquisa divulgada nesta semana. O estudo confirma a hipótese que aponta que a vida na Terra poderia ter vindo do espaço. A pesquisa foi publicada na recente ... Nasa indica que a vida na Terra pode ter origem no espaçoTerra Brasil - 08/08/2011 A vida na Terra pode ter sua origem no espaço, de acordo com pesquisas da Nasa divulgadas pelo britânico Daily Mail. Os cientistas analisaram 12 meteoritos que se formaram há bilhões de anos. Os fragmentos de carbono que foram encontrados podem conter ... Meteoritos podem conter elementos de DNA (novas indicações)AFP - há 14 horas WASHINGTON, EUA — Uma nova pesquisa sobre dez meteoritos ricos em carbono mostra que contêm alguns elementos básicos de DNA, confirmando a hipótese segundo a qual a vida na Terra poderia ter vindo do espaço. Cientistas haviam detectado elementos de DNA ... Novo estudo corrobora teoria de que a queda de meteoritos poderá ...Naturlink - 09/08/2011 A investigação levada a cabo por cientistas da NASA revelou a presença de alguns dos componentes base do ADN em vários meteoritos, tendo provado que não são uma consequência de contaminação por parte da Vida na Terra e que é possível que se tenham ... |
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
"Garoto-ímã" atrai metais e vira atração em Mossoró (RN)
Aliny Gama
Especial para o UOL Tabloide
Em Maceió
Especial para o UOL Tabloide
Em Maceió
Aos 11 anos, Paulo Davi tem uma vida comum: cursa a 6ª série do ensino médio em Mossoró (RN), brinca com os amigos e se diverte com jogos de computador. Mas há 15 dias, a rotina do garoto mudou após seu pai descobrir que Paulo atrai objetos de metal, como talheres, telefones celulares, microfones e até panelas inox.
Paulo Davi, 11, mostra seu dom
“Achei o corpo do meu filho parecido com o do menino croata, apesar da diferença de idade entre eles. Tentei ver se acontecia o mesmo com ele e, para a nossa surpresa, aconteceu”, contou ao UOL Tabloide, destacando que, após o teste, vários parentes e amigos tentaram fazer o teste em si mesmos, mas nenhum conseguiu.
Nos últimos dias, a principal brincadeira de Davi tem sido testar os objetos ao seu redor. Talheres, panelas e celulares fazem parte da brincadeira do garoto.
Amorim conta que o filho vem se divertindo com o fato e achando que é um “super-herói”. “Todos os jornais da cidade e duas emissoras de TV já vieram aqui”, disse, adiantando que, apesar da fama, não quer uma superexposição do filho. “Não aceitaremos convites para programas de televisão, nem demonstrações públicas. Quem quiser ver, que venha aqui em casa.”
Garoto-imã croata
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E você lembra a história do Magneto da vida real lá na Croácia? O garotinho de 6 anos também tem um corpo magnético e consegue atrair 25 kg de metal preso ao corpo. Surpreendente, não?
Medicina não explica
A reportagem conversou com três médicos, mas todos foram unânimes em dizer que não encontram nenhuma explicação da medicina para a atração.“O corpo humano possui alguns pontos eletromagnéticos, mas eles não têm capacidade de atrair e segurar uma grande quantidade de objetos. Desconheço qualquer doença que cause esse fenômeno e também uma especialidade para avaliar o caso”, afirmou o clínico-geral José Reinaldo Júnior. Os outros dois profissionais também afirmaram que nunca ouviram falar em casos semelhantes.
O UOL Tabloide procurou o Instituto de Física da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) para tentar uma explicação do caso e foi informado de que a academia desconhece casos semelhantes ao do menino Paulo.
terça-feira, 28 de junho de 2011
O que Publica o Portal da ABI
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